Antropólogo, educador e folclorista mineiro, Tião Rocha é uma das principais referências brasileiras em educação e desenvolvimento comunitário.
Antropólogo, educador e folclorista mineiro, Tião Rocha é uma das principais referências brasileiras em educação e desenvolvimento comunitário.
Em 1984, fundou o Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento (CPCD), organização que lidera iniciativas educacionais em comunidades de todo o Brasil. A partir de metodologias próprias e de uma visão que valoriza os potenciais locais — “o lado cheio do copo” —, seu trabalho demonstra como a educação, no plural, pode gerar cidadania, renda, autonomia e melhoria da qualidade de vida.
Ao longo de sua trajetória, desenvolveu pedagogias e metodologias reconhecidas nacionalmente, como a pedagogia da roda, do brinquedo e do copo cheio, além de instrumentos de gestão e avaliação de projetos sociais. Essas abordagens mobilizam educadores, instituições, poder público e comunidades para criar processos de aprendizagem conectados à realidade, às culturas locais e ao protagonismo coletivo.
Com uma comunicação envolvente e inspiradora, marcada por histórias, experiências e “causos” mineiros, Tião Rocha dialoga com diferentes públicos — de educadores e lideranças sociais a gestores públicos e organizações privadas — estimulando novos olhares sobre educação, inovação social e desenvolvimento humano.
Seu trabalho recebeu diversos reconhecimentos, entre eles o Prêmio Empreendedor Social, a Medalha da Inconfidência Mineira, além de destaque em programas como Roda Viva, da TV Cultura, e reportagens da TV Globo. Em 2025, lançou o livro “Topa? Um educador em busca do não feito: ainda”, pela Editora Peirópolis.
Em suas palestras, provoca o público a repensar modelos tradicionais de educação, liderança e transformação social — sempre com uma pergunta que resume sua visão: “Topa fazer o não feito: ainda?”
A palestra propõe uma reflexão sobre a diferença entre ensinar e educar. Enquanto o professor tradicionalmente transmite conteúdos, o educador aprende junto e prioriza o desenvolvimento integral do aluno. Tião Rocha convida a repensar práticas pedagógicas, colocando o aprendiz no centro do processo e entendendo a educação como uma construção coletiva, relacional e contínua.
Inspirada na ideia da “escola debaixo do pé de manga”, a palestra apresenta a pedagogia da roda como forma de aprendizagem baseada na experiência, na convivência e na realidade dos alunos. Ao integrar aprendizado e vida, Tião Rocha provoca uma reflexão sobre onde, como e com quem se constrói o conhecimento.
Nesta palestra, Tião Rocha discute a educação como espaço de construção de valores e formação cidadã. A partir do conceito de “Setor Zero” — liderança orientada pela ética —, aborda como conhecimento, habilidades e atitudes se transformam em decisões responsáveis, convivência respeitosa e impacto positivo na sociedade.
A educação é apresentada como força ativa de transformação social. A palestra discute justiça social, protagonismo comunitário e inovação como caminhos para gerar impacto real. Inclusão, equidade, tolerância e respeito são tratados como princípios fundamentais de uma prática educativa comprometida com oportunidades para todos.
Em um contexto de desafios para a educação contemporânea, Tião Rocha reflete sobre o educador como “farol” na construção de sentido para o aprendizado e para a vida. A palestra aborda diálogo, curiosidade, conexão com a realidade e engajamento social como caminhos para renovar o papel da escola.
Diante de transformações tecnológicas, sociais e ambientais, a educação precisa evoluir. A palestra discute o desenvolvimento de habilidades socioemocionais, inclusão e equidade, além da integração entre tecnologias digitais e práticas de convivência e aprendizagem.
A partir da experiência em comunidades brasileiras, Tião Rocha mostra como resiliência, participação e pensamento crítico podem gerar transformação social. A palestra apresenta também os Indicadores de Potencial de Desenvolvimento Humano (IPDH) como ferramenta prática para orientar processos de desenvolvimento comunitário.
Em um mundo marcado por mudanças rápidas e incertezas, a escola precisa formar pessoas capazes de aprender, desaprender e reaprender. A palestra discute pensamento crítico, colaboração, criatividade e currículos mais flexíveis e conectados com os desafios contemporâneos.
· Educadores (+) facilitadores e (-) transmissores de conhecimentos;
· Currículos (+) flexíveis e (+) contextualizados: temas globais e atuais.
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